O cérebro de Einstein ainda está entre nós

O cérebro de Albert Einstein (1879-1955), o maior físico de todos os tempos, não pereceu. Ele se mantém conservado até hoje numa solução de etanol e álcool etílico. Cientistas já estudaram o órgão a fim de encontrar explicações para a genialidade de Einstein, mas até hoje nada de especial foi descoberto.

Segundo os pesquisadores, o cérebro de Einstein tinha algumas diferenças morfológicas notáveis. Sim, a dimensão global e formato assimétrico do cérebro eram normais. No entanto, o córtex pré-frontal, somatossensorial, motor, parietal, temporal e occipital eram “extraordinários”, nas palavras dos pesquisadores.

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