Carbono, a nova commodity do Brasil

Diferentemente da maioria dos agricultores brasileiros, o casal Romeu e Dulce Ciochetta não tem ligação histórica com o campo. Quando se conheceram, ele era vendedor de máquinas agrícolas e ela, professora. Se casaram e, em 1985, resolveram se mudar para o Mato Grosso. Quatro anos depois, nova mudança. Arrendaram 200 hectares de terra, largaram as profissões e começaram a plantar arroz e soja. Hoje, cultivam 9,5 mil hectares da oleaginosa na 1a safra, 9 mil hectares de milho na 2a e ainda destinam mais 1 mil hectares para criação de gado no modelo Integração-Lavoura-Pasto-Floresta (ILPF). A próxima etapa é entrar no comércio de carbono, mercado que movimentou US$ 214 bilhões no mundo em 2019 e que tem potencial para ultrapassar os US$ 10 bilhões no Brasil. “No momento em que as operações por aqui começarem, estaremos prontos para coroar as boas práticas de agricultura que estamos implementando há anos na fazenda, com a venda dessa nova commodity”, disse Romeu.

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